Buscamos explicações para esse
fenômeno desde a época do homem das cavernas.
O homem buscou no
maravilhoso explicações para a morte visto não ter condições de
explicá-la pelo ponto de vista da matéria. Apegaram-se às
religiões que usaram da imaginação para explicar sobre ela.
Veio,
enfim, o Cristo para dar novo rumo ao entendimento desse ponto
crucial para o homem: entender a morte e dar significação à vida.
A
despeito da explicação do Cristo para o fenômeno morte e suas
consequencias, o tempo passou e o maravilhoso pareceu tomar conta dos
ensinamentos do Mestre de Nazaré. Apareceram novos religiosos que de
forma profissionalizada investiram na proposta de monopolizar os
conhecimentos, transcendentalizando-os e criando verdadeiros enigmas
para manterem-se incólumes à questão que tanto incomodou a
humanidade: a morte.
O tempo
passou até que as palavras dita pelo Cristo e transcritas no
Evangelho de João 16, 7-13 "Todavia digo-vos a verdade,
que vos convem que eu vá; porque, se eu não for, o Consolador
não virá a vós; mas, se eu for, enviar-vo-lo-ei. E quando ele
vier, convencerá o mundo do pecado, e da
justiça e do juízo. Do pecado, porque não creem em mim; Da
justiça, porque vou para meu Pai, e não me vereis mais; E do juízo,
porque já o príncipe deste mundo está julgado. Ainda
tenho muito que vos dizer, mas vós não o
podeis suportar agora. Mas, quando vier aquele Espírito
de Verdade, ele vos guiará em toda a verdade;
porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e
vos anunciará o que há de vir" se cumpriram no ano de 1857
quando a equipe do Espírito de Verdade orientou ao maior filósofo
da atualidade, Hippolyte Léon Denizard Rivail, o Allan Kardec, na
produção da maior obra filosófica já lançada na atualidade: O
LIVRO DOS ESPÍRITOS.
Obra
lançada para conhecimento do público em geral na data de 18 de
abril do ano de 1857. Daquele dia em diante considera-se respondida a
pergunta que incomodou a humanidade desde há muito; e de forma
aberta, sem arrodeios e sem protocolos.
O que o
Cristo havia dito sobre a incapacidade daquele grupo de homens e
mulheres compreenderem outras verdades do Cristo, eles mesmos, após
idas e vindas ao planeta Terra, em reencarnações sucessivas,
conseguiriam compreender melhor sobre o verdadeiro sentido da vida e
da morte. A inteligencia, disseram os Espíritos Superiores a Allan
Kardec, só se desenvolve através do trabalho incessante.
O Livro
dos Espíritos, dividido em quatro partes, contém perguntas feitas
por Allan Kardec que são respondidas pelos Espíritos Superiores
versando sobre as questões que envolvem os conhecimentos antes do
nascimento, o motivo das encarnações sucessivas, sobre a morte e
sobre a continuação da vida após esse fenômeno, sobre os mundos
habitados, sobre a moral, sobre a lei de causa e efeito, sobre as
aflições e consolações, enfim, um verdadeiro compendio de
conforto à nossa mente, visto basear-se na razão, na ciência, na
filosofia e na moral. O o melhor de tudo isso: não precisamos de
religiosos para nos ensinar nada. Basta saber ler e ter vivido por
algumas reencarnações para compreender que tudo isso faz parte de
uma lei natural.
Além de
se comemorar o lançamento dessa obra maravilhosa – o Livro dos
Espíritos, comemora-se também no dia 18 de abril o Dia do
Espiritismo, essa ciência filosófica de resultados morais que os
Espíritos, em cumprimento às palavras do Cristo, trouxeram
definitivamente para nos acompanhar no dia a dia. A ciência Espírita
pode e deve ser aplicada em todas as instituições sociais,
filosóficas, morais e religiosas. Cada um compreendendo ao seu
tempo.
O
fenômeno mediúnico, tão em moda no seio das igrejas pentecostais,
tem seu estudo mais aprofundado a partir do Livro dos Espíritos que
resultou em conhecimento pormenorizado no Livro dos Médiuns.
Convido a
você, mesmo que seja apenas por curiosidade, a abrir o Livro dos Espíritos e
comece a navegar nas ondas que lhes proporcionará segurança nas
atitudes da vida.
Não há necessidade de religiosos profissionais
para isso. Você nunca mais será o mesmo depois desse ato. Coragem. Leia e reflita. As melhores respostas já estão dentro da Alma.
E viva
Kardec!